segunda-feira, 11 de abril de 2016

PLANEJAMENTO ANUAL - 2016


1º BIMESTRE – 54 dias
11/02 a 29/04
Entrega planejamento
21/03
Avaliação diagnóstica
 Aplicação -22/02 a 26/02
Mapeamento -29/02 a 04/03
Avaliação Bimestral
14/04 a 20/04
Recuperação bimestral
25/04 a 29/04
Conselho de classe
Entre 02/05 a 06/05
 Projeto 1/Sábado letivo
16/04
Reunião de Pais


2º BIMESTRE – 56 dias
02/05 a 15/07
 Festa junina/ Sábado letivo
11/06
Avaliação Bimestral
27/06 a 01/07
Recuperação
 04/07 a 08/07
Conselho de classe
Entre 11/07 a 15/07
Reunião de Pais






3º BIMESTRE – 45 dias
01/08 a 30/09
Simulado/Sábado letivo
17/09
Avaliação Bimestral
19/09 a 23/09
Recuperação Bimestral
26/09 a 30/09
Conselho de classe
Entre 03/10 a 07/10
Reunião de Pais




4º BIMESTRE - 47 dias
03/10 a 14/12


Avaliação Bimestral

Recuperação

Conselho de classe







quarta-feira, 6 de abril de 2016

13 dicas para se concentrar nos estudos

Por mais que você tente, está difícil fazer sua mente focar nos estudos? Veja as dicas de especialistas para resolver seu problema

Ana Carolina Prado | 17/04/2012 16h 30
Nosso cérebro é meio fanfarrão: na hora de pensar em estratégias para aquele jogo complicado de videogame ou de ler aquela revista que você adora, ele coopera facilmente. Mas quando é preciso sentar e estudar um pouco, parece não haver jeito de alcançar a concentração.
Isso fica ainda mais desesperador quando estamos em ano de vestibular e não temos tempo a perder. Para ajudar você nisso, o GUIA DO ESTUDANTE conversou com especialistas e pediu dicas para ajudar seu cérebro a se concentrar. Como cada pessoa tem um jeito de funcionar, nem todas elas serão igualmente eficientes para todo mundo. Então é bom fazer uns testes até descobrir quais dão certo para você.
Não se contente em ler: escreva!
Segundo o professor e autor de livros com dicas para estudos Pierluigi Piazzi, é importante estudar escrevendo, e não só lendo. "Quem só lê perde a concentração. Quem escreve consegue entender o assunto e mantê-lo na mente", explica ele.
Escreva à mão em vez de digitar
Pesquisas já mostraram que os alunos que fazem isso aprendem mais do que quem só digita. "Você tem movimentos totalmente distintos para escrever cada letra a mão, mas isso não existe quando você está digitando. Isso faz com que mais redes neurais sejam ativadas no processo da escrita", diz o professor.
Como saber o que vale colocar no papel 
Faça resumos, fichamentos e esquemas da matéria. Mas nada de ficar copiando todo o conteúdo dos livros. Para saber o que vale escrever, faça de conta que você está preparando uma cola para uma prova. Por ter pouco espaço e pouco tempo para consulta-la, é preciso ser conciso, mas ao mesmo tempo abordar os pontos principais. É disso que você precisa quando for estudar.

Revise a matéria que aprendeu em aula no mesmo dia
Além de evitar acumular matérias, estudar o conteúdo visto em sala de aula no mesmo dia fará com que seu cérebro entenda que aquilo é importante e o memorize.

Estude sozinho
Vamos combinar que, por mais legal que seja se reunir com os amigos para estudar, você acaba falando mais de outras coisas e as dúvidas permanecem. O professor Pierluigi é um grande defensor da ideia de que só se aprende mesmo no estudo solitário. "Estudar em grupo é útil se você for a pessoa que explica a matéria para os outros. Quem ouve não aproveita", diz ele. A melhor dica para um bom estudo, aliás, é explicar a matéria para si mesmo.

Use as aulas para entender as matérias e tirar dúvidas
Um erro comum, segundo o professor Pierluigi, é fazer dois cursinhos para ter um maior numero de aulas - o que realmente vai fazer diferença no vestibular é o momento em que você estuda sozinho, não o número de aulas que pegou. Mas isso não significa que vale cabular ou dormir nas aulas: elas são importantes para entender a matéria e tirar dúvidas.

Desligue todos os aparelhos eletrônicos.
 Na hora de estudar, nada de deixar o celular por perto avisando você de cada notificação no Facebook. E nem caia na tentação de abrir o Facebook só por "dois minutinhos". Esses dois minutinhos sempre se estendem e acabam com toda a sua concentração. Reserve um tempinho do seu dia só para as redes sociais e faça isso virar rotina para que se acostume a checá-la apenas nesse tempo específico.

Estude em um local organizado e tranquilo
O resto da sua casa até pode ser uma bagunça, mas o local onde você costuma estudar precisa estar sempre organizado e silencioso. Ter muitas coisas espalhadas pode atrapalhar a sua concentração e há o risco de perder tempo procurando coisas que sumiram na bagunça.

Música? Só em línguas que você não entenda 
Não é proibido estudar ouvindo música - há quem precise dela para se concentrar. Mas evite ouvir músicas em idiomas que você entenda - isso pode fazer com que você desvie sua atenção para a letra e esqueça a matéria.
Use marca-texto
Usar canetas coloridas e marca-texto para enfatizar os pontos principais é uma boa ajuda para manter o foco no que for importante, especialmente se você tem problemas mais sérios de déficit de atenção. Post-its também podem ser úteis.

Respeite seu tempo
Se você é mais produtivo de manhã, deixe para estudar as matérias mais difíceis nesse período. Quando sentir que a concentração não está rolando de jeito nenhum, faça uma pequena parada e depois volte. Manter intervalos regulares é fundamental - e a frequência vai depender do seu ritmo.

Tenha uma programação organizada, mas seja flexível
Use uma agenda ou quadro branco para organizar suas tarefas e respeite-a! Mas faça programações realistas para que você não se desanime. Definir que você vai estudar durante oito horas por dia se você tem várias outras atividades, por exemplo, não é algo razoável. E esteja aberto para mudanças, caso seja necessário.
Crie um pequeno ritual antes de estudar
Sempre que for mergulhar nos estudos, crie e respeite um ritualzinho antes. Pode ser um alongamento, pegar um copo de suco para deixar na sua mesa, ou que mais achar melhor. Com o tempo, seu cérebro vai entender que é hora dos estudos e ficará mais fácil se concentrar.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

FAÇA SEU MAPA!!!

Como fazer mapas mentais?

MAPA MENTAL ou mapa da mente é o nome dado para um tipo de diagrama, voltado para a gestão de informações, de conhecimentos, para a compreensão e solução de problemas, na memorização e aprendizado.
Podemos aplicar os mapas mentais em várias atividades da vida e  neste artigo vamos mostrar como fazer mapas mentais para maximizar a aprendizagem.

  • MATERIAL

Folha A4, Canetas coloridas, lápis de cor (o mapa deve ser feito a mão, em folhas A4 deitadas, para melhor aproveitamento do espaço).

  • CONTEÚDO

O mapa mental sempre começa com o TEMA PRINCIPAL no centro da folha.

Depois de definir o elemento principal,  puxe elementos que se ligam diretamente com ele e crie os ramos principais do seu mapa mental. Depois de criar um ramo principal,  ligue outro ramo a ele, que se torna o subtópico do ramo principal e com isso você vai aprofundando cada vez mais sua aprendizagem.
 É importante não escrever várias frases nos  ramos, e sim usar palavras-chave para um determinado assunto.
Exemplo: “Quem inventou a lâmpada foi Thomas Edison”
No ramo você colocaria apenas: Thomas Edison-Lâmpada
Ou, quem sabe, até desenhar uma lâmpada!
 
Outra detalhe importante é sempre utilizar as cores. Se elas tiverem significado específico melhor ainda! Por exemplo, usar sempre a cor amarela para indicar que o que estou escrevendo é uma ideia minha e não do autor que estou lendo/vendo. Então, em todos os meus  mapas mentais, quando vejo a cor amarela, sei que  foram minhas próprias conclusões.
Não se esqueça de também colocar desenhos no seu mapa mental, sempre associando ao que você escreveu. Os desenhos facilitam muito a memorização.

  • INFORMAÇÕES

Onde buscar informações para criar meus mapas mentais?
  1. O mapa mental é uma excelente forma de reorganizar as informações sobre o assunto que você já possui. As primeiras informações estão em sua mente.
  2. Livros/Áudios/Vídeos/Aulas - Busque também informações novas em várias mídias.

Mas e quando você estamos em uma aula ao vivo e não conseguimos pausar seu professor?
Treine com áudios e vídeos disponíveis na internet. Quando conseguir extrair seu mapa mental de um vídeo, sem precisar pausar, você está preparado para fazer seu mapa mental de uma aula ao vivo, o que vai ajudar muito ao revisar o conteúdo aprendido no dia.
  1. Aprendizagem 3DVocê já assistiu algum filme em 3D no cinema? Sabe como ele funciona? O 3D nada mais é do que uma imagem em cima da outra, onde uma delas fica ligeiramente deslocada, dando a sensação de profundidade. Daí vem a analogia que faço. Quando juntamos duas fontes de informações, como por exemplo, ler um livro e ouvir o áudio book desse mesmo livro, conseguimos aprender com muito mais profundidade. Chamo essa forma de aprender de aprendizagem 3D




Faça o seu mapa!
Tente construir seu mapa mental e depois compartilhe com seus colegas.


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Pinturas trabalhadas por Ana Paula, professora de artes.


Dia 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra e aniversário da Morte de Zumbi dos Palmares.

Participamos nesta última sexta-feira  da caminhada pela conscientização contra o racismo, e ela representou um fragmento do trabalho intensamente desenvolvido por nossos professores de história e arte, em consonância com o sarau que abordou o mesmo tema. Mais uma vez pudemos observar que novos olhares, que inspiram novas práticas frutificam e consolidam conhecimentos. Parafraseando Martin Luther King, o que preocupa na sociedade não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons. Ótima aula de consciência humana. Parabéns equipe!

Kelly, vice-diretora


 

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL


Os alunos Saymon Faria, Ariana Barros e Letícia Zatt, do 6º período de Psicologia, Unifenas, estiveram aqui na escola, promovendo uma reflexão sobre o assunto.

Foram 4 encontros sobre orientação profissional, dinâmica e apresentação de vídeo motivacional.


A difícil escolha da profissão

Adolescentes de 16, 17 anos, prestes a fazer vestibular, encontram nessa pergunta uma dose ainda maior de tensão e responsabilidade. "Normalmente, o adolescente fica em dúvida sobre que profissão seguir porque gosta de muitas áreas e confunde hobby com interesse profissional", ressalta Gilvanise Vial, psicóloga que atua com orientação vocacional.

O adolescente está passando ainda por um período de autoconhecimento em várias áreas, aprendendo sobre o que gosta ou não gosta. "Nessa fase, ele precisa definir a sua identidade, ou seja, está estabelecendo quem ele quer ser ou quem não quer ser", observa a psicóloga Thalita Freire Maia.

Isso não significa, entretanto, que o jovem nessa faixa etária não está preparado para escolher sua profissão. "A escolha profissional não depende da idade, mas sim da maturidade de cada um", considera a psicóloga Milene Buschle Moura. "Com 16 anos, um adolescente pode estar pronto para escolher sua profissão, porém nem todos os adolescentes de 16 anos estão", exemplifica Milene. A capacidade de decisão é formada desde a infância quando a criança tem a oportunidade de escolher algumas coisas sem a ajuda dos pais, assim, quando chega na hora de decisões importantes sente-se mais seguro para encará-las.

Ter vários conhecimentos é fundamental para decidir. O primeiro é o conhecimento de si mesmo, de suas habilidades, gostos e, até mesmo, limitações. Para estas psicólogas, o jovem precisa ter consciência de quem ele é o que deseja para o futuro para, assim, achar profissões compatíveis com seus interesses. O segundo passo é conhecer muito bem as profissões: ler, conversar com quem está atuando no mercado de trabalho, acompanhar se possível a rotina de um desses profissionais e até avaliar a grade curricular da faculdade na área. "Com esse conhecimento, o jovem poderá avaliar com mais clareza e segurança o que realmente lhe interessa e que está de acordo com seu perfil", salientam.

Os pais também têm um papel importante para essa escolha. É fundamental que eles compartilhem suas experiências com a profissão, como foi a sua entrada no mercado de trabalho, as habilidades que identificam em seus filhos, mas sem impor a sua vontade. "O ideal é que eles ofereçam apoio nesse momento e possam ajudar os filhos a ter autonomia e maturidade para uma escolha consciente e segura", orienta Thalita. É importante frisar que não há nada de errado em seguir a carreira dos pais, contanto que o jovem realmente se interesse pela profissão.

Quem quer dinheiro

Muitos jovens ainda escolhem sua carreira pela quantidade de dinheiro que poderão ganhar no futuro e isso, é claro, é uma preocupação necessária para a sobrevivência. Entretanto, uma escolha profissional consciente não deve se basear apenas no fator financeiro, mas deve somar às características pessoais e o interesse em exercer uma profissão. "Se a pessoa escolhe uma profissão visando apenas o ganho financeiro tem que se responsabilizar por isso, sabendo que seu objetivo é o salário e não a satisfação profissional. Inclusive, precisa trabalhar com o mesmo envolvimento de quem escolheu a atividade por prazer", frisa Gilvanise.

A escolha profissional é, provavelmente, a primeira grande escolha da vida de um indivíduo e vai se refletir em oito horas diárias por cinco dias na semana, por isso, vale uma reflexão profunda.


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

SARAU NA ESCOLA

PROPOSTA DE AÇÃO
Realizar saraus periódicos na escola como estratégia para atrair as famílias, valorizando os talentos culturais presentes na comunidade.

CONTEXTUALIZAÇÃO
Sarau é um evento cultural onde as pessoas se encontram para se expressarem ou se  manifestarem artisticamente. A palavra tem origem no termo latino serus (relativo ao entardecer), porque acontecia, em geral, no fim do dia. Pode envolver dança, poesia, círculos de leitura, seção de filme, música, bate-papo filosófico, pintura, teatro etc.
Muito comuns no século XIX, os saraus vêm sendo resgatados e reinventados pelas escolas como uma maneira de fortalecer a identidade da comunidade escolar, promovendo a integração de todos de forma descontraída, criativa e mais envolvente do que a tradicional reunião de pais.
É um momento para a soma conhecimentos, descobertas e vivências coletivas.
Ao promover esses encontros, a Unidade Escolar ultrapassa seus muros e se fortalece como um pólo cultural da localidade. As famílias passam a se reconhecer na escola, o que acaba por ter um impacto muito positivo no envolvimento delas com os estudos dos filhos.
Além disso, o sarau é também um momento de tomada de consciência, pois a cultura desperta a sensibilidade das pessoas para a realidade à sua volta e as estimula a refletir sobre ela a partir de outras linguagens.

COMO EXECUTAR
 Marcar uma reunião para compartilhar a ideia com a  direção da escola, o grupo de professores e o Conselho Escolar (caso exista). Se  for bem recebida, formar uma comissão organizadora.
 A Comissão Organizadora deve então preparar uma reunião de planejamento, na qual devem ser definidos os objetivos e as características do evento, o horário, as tarefas necessárias à sua realização e os responsáveis por cada uma delas.
 Os saraus podem acontecer bimestralmente, sempre com um tema diferente que reflita os desejos e a realidade local.
 Mapear os grupos e artistas locais e convidá-los a participar.
 Levantar os equipamentos necessários para a realização das atividades e procurar parceiros que possam emprestá-los.
 Planejar a ambientação da escola segundo o tema de cada sarau. A decoração pode ser feita pelos alunos, como trabalho de sala de aula.
 Criar estratégias de mobilização da comunidade, como convites para enviar às famílias e cartazes para espalhar pela escola e em outros pontos do bairro. Um grupo de alunos pode criar um “convite falado” e apresentá-lo na saída das aulas.
Convidar os funcionários da Unidade de Negócio e o grupo de agentes-chave para que também possa compartilhar conhecimentos e vivências com os alunos, participando ativamente das atividades.

QUEM PODE EXECUTAR
Mobilizadores, agentes-chave, professores, alunos e representantes do Conselho de Escola.

DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE
Obs: a atividade pode ser adaptada conforme a realidade local e os conhecimentos prévios do mobilizador sobre o assunto.
As atividades do sarau devem ser planejadas de acordo com os interesses e talentos locais.
Apresentamos algumas sugestões:
1Mesa de livros
Selecionar livros da biblioteca da escola (e outros doados/emprestados por parceiros) espalhá-los sobre uma mesa grande. Os convidados sentam em  volta e ficam livres para folheá-los, copiar trechos ou ler alto para o grupo. A única regra é que os livros não saiam da mesa.
Algumas sugestões de autores: Cecília Meireles, Cora Coralina, Vinícius de Moraes, Eva Furnari, Tatiana Belinky, Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Mário Quintana, entre outros.
2Exposição de artistas locais
Os artistas locais são convidados a se expressarem, nas suas diferentes linguagens, sobre o tema do sarau. Os trabalhos ficam expostos no pátio da escola.
3. Recital de poesia
Os participantes podem se inscrever para declamar poemas (de sua autoria ou não). Para esta atividade, é interessante que alguns professores proponham oficinas de criação de poesias previamente, em sala de aula.
4. Quintal de brincadeiras
Convidar membros da comunidade a organizar um espaço onde possam ensinar para as crianças brincadeiras de sua época. Outra ideia é criar um “cantinho mágico”, onde podem acontecer oficinas de construção de brinquedos com sucata.
5Momento de liberdade poética e musical
Espaço aberto para que qualquer pessoa possa apresentar algo que tenha interesse em apresentar na hora.
6. Exposição de arte
Murais onde podem ficar expostos desenhos, pinturas e outros trabalhos de arte visual feitos pelos alunos em sala de aula. 
7. Oficina de cordel
Há algum cordelista no bairro? Convide-o a fazer uma oficina de criação de cordéis, que depois podem ficar expostos num varal.
8Roda de contação de histórias
Professores, funcionários, pais ou mesmo alunos mais velhos podem conduzir esta atividade, voltada para as crianças. Sentadas em roda, elas ouvem a história contada pelo adulto e devem continuá-la, imaginando novos rumos para a trama. Em seguida, elas podem criar livros ilustrando a história. Para isso basta entregar folhas de sulfite dobradas ao meio e giz de cera. Eles podem ser finalizados grampeando ou amarrando um barbante na lombada.
9. Seção de cinema
Reservar uma das salas da aula (ou a própria sala de vídeo da escola, caso exista) para passar filmes que tenham relação com o tema do sarau. Ao final de cada seção, promover uma discussão sobre o assunto.
10 Memória viva
Rodas de conversa com moradores antigos do bairro, na qual os estudantes podem entrevistá-los sobre sua infância, seus tempos de escola, suas formas de diversão etc.
11Apresentações musicais
Convidar grupos locais a se apresentarem. Estipular um tempo ou número de músicas para cada um, orientando-os a se inspirarem no tema do sarau.
12. Oficina de artesanato
Membros da comunidade podem ensinar a fazer pequenos objetos de artesanato, de acordo com suas habilidades manuais.
13Brincando com poemas
Criar uma série de desafios com a escrita a partir  de poemas conhecidos. Alguns exemplos: completar lacunas com as palavras que estiverem faltando, entregar versos separados em pequenos pedaços de papel e pedir que o grupo junte-os para formar poesias, criação de rimas etc. Um grupo de professores pode ficar responsável por organizar esta oficina.
14. Teatro
Convidar grupos de teatro da escola ou comunidade local a montarem peças ou esquetes inspirados no tema do sarau.

RECOMENDAÇÕES
 Em cada sarau, deixar uma caixa de sugestões em local visível para que os convidados possam sugerir temas para o próximo encontro.
 Durante toda a organização do evento, é importante incentivar o trabalho em equipe, a auto-organização, a criatividade e a improvisação, além de trabalhar valores como cooperação, ética e solidariedade. O processo é muitas vezes tão importante quanto o produto final.
 O registro dos saraus pode ser feito pelos próprios alunos. Alguns podem tirar fotos, outros podem desenhar ou escrever relatos. Esse registro pode ser compartilhado em murais expostos na escola.
 As famílias podem ficar responsáveis por organizar  a área de comida, montando barracas de lanches e comidas típicas. O dinheiro arrecadado pode ser usado para fazer um caixa para o próximo sarau. 
 Além de ser um momento de descontração e resgate permanente da culturapopular, o sarau é também uma oportunidade de conhecer melhor o universo dos estudantes. Não perca a chance de usar isso como base para enriquecer o currículo da escola.  O sarau ganha mais significado se fizer parte do planejamento anual da escola e estiver integrado com as atividades de sala de aula.
O excesso de atividades pode complicar a organização do evento. Sempre que possível, promova a autogestão, deixando que os responsáveis  por cada oficina organizem o espaço e providenciem o material necessário.
 O sarau é uma oportunidade de fazer as famílias circularem pela escola. Por isso, procure espalhar as atividades pelos diferentes espaços: biblioteca, salas de aula, sala de leitura, quadra, sala de vídeo e outros locais normalmente esquecidos.
 O que garante o sucesso de um sarau é a participação efetiva dos convidados. Os coordenadores de atividades devem estar sempre atentos para motivar os mais tímidos.
 Fazer o registro da atividade e encaminhar o material (com fotografias) para ser publicado no Blog Educação.
Divulgar a atividade internamente na Unidade de Negócios, convidando os demais funcionários para prestigiar a escola.

OBSERVAÇÃO
A atividade aqui apresentada foi elaborada pelo Instituto Paulo Freire.





Veja no link abaixo a proposta se Sarau da escola EE Jornalista Francisco Mesquita, na zona leste de São Paulo.