Nos dias 22 e 25 de outubro,
toda escola esteve envolvida na 1ª Gincana da Matemática. Por seu caráter
lúdico, foi possível ver a integração, a união entre alunos e professores. As
competições envolveram raciocínio lógico, exercícios matemáticos e muita
diversão e criatividade. Parabéns aos alunos e professores Maury, Kênia, Mateus
e David pelo ótimo trabalho!
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
II SEMANA DA LÍNGUA PORTUGUESA
Usando como ponto de partida a obra de Monteiro Lobato, os
professores de Língua Portuguesa conseguiram semear o prazer pela leitura entre
os alunos. Videos, dramatizações, documentários, músicas resgataram a turma do
Sítio e o emblemático Jeca Tatu. Toda a escola foi envolvida num clima de muita alegria e participação.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
A XACINA DO TESTO - Roberto Pompeu de Toledo (publicado na VEJA)
Apezar
da xuva, muita jente esteve prezente ao ezersisio de jinastica qe teve lugar no
colejio. Omens, mulheres e criansas no fim cantaram o Ino Nasional. Ouve pesoas
qe ate xoraram de emosão cuando a festa terminou. Oje qem qiser pode asistir a
nova aprezentasão.
A
impressão é de escombros do que foi outrora a língua portuguesa em sua
forma escrita. Como se tivesse sido atingida por uma bomba e alguns destroços
irreconhecíveis houvessem sido resgatados da hecatombe. A comparação não
é absurda. Tem o efeito de uma bomba a radical reforma ortográfica
defendida pelo site Simplificando a Ortografia
(simplificandoaortografia.com), criado pelo professor de português Ernani
Pimentel. Sua proposta é acabar com letras que não se pronunciam, como o
“H” no início de certas palavras e o “U” que se segue ao “Q” em “quintal” e
“querido”, assim como a duplicidade de representação do mesmo som em “S” e “Z”,
“SS” e “Ç” ou “G” e “J”.
Não
é uma proposta inovadora. Para citar uma das que já se apresentaram com
espírito semelhante no passado, o general Bertoldo Klinger, figura preeminente
da Era Vargas, não só formulou a sua como a praticou – ele grafava seus textos
segundo as regras que inventou. O general (aliás, jeneral) Klinger, em quem o
reformador da língua escrita se misturava ao reformador do povo brasileiro,
explicava: “Ortografia é lojica. Lojica é ordem. Sem ordem não a
nasão. Logo, não a nasão sem ortografia lojica”.
Leia na íntegra http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/opiniao-2/a-xacina-do-testo-de-roberto-pompeu-de-toledo
terça-feira, 30 de setembro de 2014
A poesia na ditadura militar - Poesia marginal
A poesia marginal recebeu este nome porque poetas abandonaram os meios tradicionais de circulação de suas obras (livros, revistas e jornais) e buscaram meios alternativos, divulgando suas obras por meio de cópias mimeografadas, vendidas de mão em mão, a baixo custo, nas ruas, praças e universidades. *Mimeógrafo era uma "máquina primitiva" e poderosa. Com ele, sonhava-se a revolução. Nele, imprimiam-se panfletos que pretendiam mudar o mundo. Acreditava-se na possibilidade de indignação dos que ainda não sabiam dos fatos que estavam ocorrendo. Toda uma geração de poetas se editou e correu noites pelos bares divulgando o seu trabalho. Foi o modo encontrado para aqueles que queriam se expressar em pleno regime de ditadura militar. Era a voz do gueto. Geração mimeógrafo: poesia alternativa, atitude do poeta como parte da poesia.
Heloísa Buarque de Hollanda publicou o livro “26 Poetas Hoje”, reunindo poemas de 26 poetas da geração mimeógrafo, verdadeira antologia da poesia marginal.
*O
mimeógrafo, para quem nunca ouviu falar disso, funcionava assim: o papel era
colocado de um lado, girava-se a manivela para girar o cilindro do meio no qual
estava enrolada a matriz, que passava por uma espécie de esponja embebida em
álcool. O papel saía do outro lado, impresso em letras roxas borradas, dependendo
da quantidade de álcool que fora colocado.
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