segunda-feira, 11 de abril de 2016

CRONOGRAMA ANUAL DE ATIVIDADES - 2016




1º BIMESTRE

2º BIMESTRE

3º BIMESTRE

4º BIMESTRE
INÍCIO
11/02
26/04
06/07
27/09
TÉRMINO
25/04
05/07
26/09
14/12
        TÉRMINO ANO EJA
E.I. 06/07
CRONOGRAMA GERAL
Nº DE DIAS LETIVOS
50
50
50
50
 ENTREGA DE PLANO DE ENSINO GERAL ANUAL
03/02 REUNIÃO POR ÁREA/ ENTREGA DO PLANO ANUAL P/ ESPECIALISTAS
ENTREGA DE PLANO DE ENSINO BIMESTRAL
11/02
26/04
06/07
27/09
VALOR DA ETAPA
25
25
25
25
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
(02 PONTOS EXTRAS)

15 a 19/02

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AVALIAÇÃO MENSAL
(06 PONTOS)
14 a 18/03
09 a 13/05
15 a 19/08
26/10 a 01/11
AVALIAÇÃO BIMESTRAL
( 09 PONTOS)
07 a 13/04
13 a 17/06
12 a 16/09
28 a 02/12
PROJETO
(05 PONTOS INTERD)
IDEIAS FABULOSAS
16 a 20/03
FEIRA DE CIÊNCIAS
06 a 15/07
c/Jogos Interc.
MATEMATICANDO
29/08 a 02/09
CONSCIÊNCIA NEGRA/ED.PELA VIDA
21 a 25/11
PROJETO
Nota p/ especialista
08/04
06/06
05/09
28/11
RECUPERAÇÃO
14 a  20/04
27/6 a 01/07
21 a 28/09
24/11 a 30/11
ENTREGA DE DIÁRIOS
27/04
07/07
30/09
05/12
CONSELHO DE CLASSE
05/05
14/07
06/10
08/12
JOGOS INTERCLASSE
Obs.: Sem aula de outras disciplinas na semana.(03 PONTOS EXTRAS/ 3ºB)

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06 a 15/07

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ENTREGA DE RESULTADOS PAIS

12/05

15/07

20/10

14/12
FORMATURA
3º E.M.
19/12  9ºano  e  20/12 3º ano
ESTUDOS  INDEPENDENTES
12 a 14 Orientações trabalho  E.I.-  15 e 16/12 Avaliação





PLANEJAMENTO ANUAL - 2016


1º BIMESTRE – 54 dias
11/02 a 29/04
Entrega planejamento
21/03
Avaliação diagnóstica
 Aplicação -22/02 a 26/02
Mapeamento -29/02 a 04/03
Avaliação Bimestral
14/04 a 20/04
Recuperação bimestral
25/04 a 29/04
Conselho de classe
Entre 02/05 a 06/05
 Projeto 1/Sábado letivo
16/04
Reunião de Pais


2º BIMESTRE – 56 dias
02/05 a 15/07
 Festa junina/ Sábado letivo
11/06
Avaliação Bimestral
27/06 a 01/07
Recuperação
 04/07 a 08/07
Conselho de classe
Entre 11/07 a 15/07
Reunião de Pais






3º BIMESTRE – 45 dias
01/08 a 30/09
Simulado/Sábado letivo
17/09
Avaliação Bimestral
19/09 a 23/09
Recuperação Bimestral
26/09 a 30/09
Conselho de classe
Entre 03/10 a 07/10
Reunião de Pais




4º BIMESTRE - 47 dias
03/10 a 14/12


Avaliação Bimestral

Recuperação

Conselho de classe







quarta-feira, 6 de abril de 2016

13 dicas para se concentrar nos estudos

Por mais que você tente, está difícil fazer sua mente focar nos estudos? Veja as dicas de especialistas para resolver seu problema

Ana Carolina Prado | 17/04/2012 16h 30
Nosso cérebro é meio fanfarrão: na hora de pensar em estratégias para aquele jogo complicado de videogame ou de ler aquela revista que você adora, ele coopera facilmente. Mas quando é preciso sentar e estudar um pouco, parece não haver jeito de alcançar a concentração.
Isso fica ainda mais desesperador quando estamos em ano de vestibular e não temos tempo a perder. Para ajudar você nisso, o GUIA DO ESTUDANTE conversou com especialistas e pediu dicas para ajudar seu cérebro a se concentrar. Como cada pessoa tem um jeito de funcionar, nem todas elas serão igualmente eficientes para todo mundo. Então é bom fazer uns testes até descobrir quais dão certo para você.
Não se contente em ler: escreva!
Segundo o professor e autor de livros com dicas para estudos Pierluigi Piazzi, é importante estudar escrevendo, e não só lendo. "Quem só lê perde a concentração. Quem escreve consegue entender o assunto e mantê-lo na mente", explica ele.
Escreva à mão em vez de digitar
Pesquisas já mostraram que os alunos que fazem isso aprendem mais do que quem só digita. "Você tem movimentos totalmente distintos para escrever cada letra a mão, mas isso não existe quando você está digitando. Isso faz com que mais redes neurais sejam ativadas no processo da escrita", diz o professor.
Como saber o que vale colocar no papel 
Faça resumos, fichamentos e esquemas da matéria. Mas nada de ficar copiando todo o conteúdo dos livros. Para saber o que vale escrever, faça de conta que você está preparando uma cola para uma prova. Por ter pouco espaço e pouco tempo para consulta-la, é preciso ser conciso, mas ao mesmo tempo abordar os pontos principais. É disso que você precisa quando for estudar.

Revise a matéria que aprendeu em aula no mesmo dia
Além de evitar acumular matérias, estudar o conteúdo visto em sala de aula no mesmo dia fará com que seu cérebro entenda que aquilo é importante e o memorize.

Estude sozinho
Vamos combinar que, por mais legal que seja se reunir com os amigos para estudar, você acaba falando mais de outras coisas e as dúvidas permanecem. O professor Pierluigi é um grande defensor da ideia de que só se aprende mesmo no estudo solitário. "Estudar em grupo é útil se você for a pessoa que explica a matéria para os outros. Quem ouve não aproveita", diz ele. A melhor dica para um bom estudo, aliás, é explicar a matéria para si mesmo.

Use as aulas para entender as matérias e tirar dúvidas
Um erro comum, segundo o professor Pierluigi, é fazer dois cursinhos para ter um maior numero de aulas - o que realmente vai fazer diferença no vestibular é o momento em que você estuda sozinho, não o número de aulas que pegou. Mas isso não significa que vale cabular ou dormir nas aulas: elas são importantes para entender a matéria e tirar dúvidas.

Desligue todos os aparelhos eletrônicos.
 Na hora de estudar, nada de deixar o celular por perto avisando você de cada notificação no Facebook. E nem caia na tentação de abrir o Facebook só por "dois minutinhos". Esses dois minutinhos sempre se estendem e acabam com toda a sua concentração. Reserve um tempinho do seu dia só para as redes sociais e faça isso virar rotina para que se acostume a checá-la apenas nesse tempo específico.

Estude em um local organizado e tranquilo
O resto da sua casa até pode ser uma bagunça, mas o local onde você costuma estudar precisa estar sempre organizado e silencioso. Ter muitas coisas espalhadas pode atrapalhar a sua concentração e há o risco de perder tempo procurando coisas que sumiram na bagunça.

Música? Só em línguas que você não entenda 
Não é proibido estudar ouvindo música - há quem precise dela para se concentrar. Mas evite ouvir músicas em idiomas que você entenda - isso pode fazer com que você desvie sua atenção para a letra e esqueça a matéria.
Use marca-texto
Usar canetas coloridas e marca-texto para enfatizar os pontos principais é uma boa ajuda para manter o foco no que for importante, especialmente se você tem problemas mais sérios de déficit de atenção. Post-its também podem ser úteis.

Respeite seu tempo
Se você é mais produtivo de manhã, deixe para estudar as matérias mais difíceis nesse período. Quando sentir que a concentração não está rolando de jeito nenhum, faça uma pequena parada e depois volte. Manter intervalos regulares é fundamental - e a frequência vai depender do seu ritmo.

Tenha uma programação organizada, mas seja flexível
Use uma agenda ou quadro branco para organizar suas tarefas e respeite-a! Mas faça programações realistas para que você não se desanime. Definir que você vai estudar durante oito horas por dia se você tem várias outras atividades, por exemplo, não é algo razoável. E esteja aberto para mudanças, caso seja necessário.
Crie um pequeno ritual antes de estudar
Sempre que for mergulhar nos estudos, crie e respeite um ritualzinho antes. Pode ser um alongamento, pegar um copo de suco para deixar na sua mesa, ou que mais achar melhor. Com o tempo, seu cérebro vai entender que é hora dos estudos e ficará mais fácil se concentrar.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

FAÇA SEU MAPA!!!

Como fazer mapas mentais?

MAPA MENTAL ou mapa da mente é o nome dado para um tipo de diagrama, voltado para a gestão de informações, de conhecimentos, para a compreensão e solução de problemas, na memorização e aprendizado.
Podemos aplicar os mapas mentais em várias atividades da vida e  neste artigo vamos mostrar como fazer mapas mentais para maximizar a aprendizagem.

  • MATERIAL

Folha A4, Canetas coloridas, lápis de cor (o mapa deve ser feito a mão, em folhas A4 deitadas, para melhor aproveitamento do espaço).

  • CONTEÚDO

O mapa mental sempre começa com o TEMA PRINCIPAL no centro da folha.

Depois de definir o elemento principal,  puxe elementos que se ligam diretamente com ele e crie os ramos principais do seu mapa mental. Depois de criar um ramo principal,  ligue outro ramo a ele, que se torna o subtópico do ramo principal e com isso você vai aprofundando cada vez mais sua aprendizagem.
 É importante não escrever várias frases nos  ramos, e sim usar palavras-chave para um determinado assunto.
Exemplo: “Quem inventou a lâmpada foi Thomas Edison”
No ramo você colocaria apenas: Thomas Edison-Lâmpada
Ou, quem sabe, até desenhar uma lâmpada!
 
Outra detalhe importante é sempre utilizar as cores. Se elas tiverem significado específico melhor ainda! Por exemplo, usar sempre a cor amarela para indicar que o que estou escrevendo é uma ideia minha e não do autor que estou lendo/vendo. Então, em todos os meus  mapas mentais, quando vejo a cor amarela, sei que  foram minhas próprias conclusões.
Não se esqueça de também colocar desenhos no seu mapa mental, sempre associando ao que você escreveu. Os desenhos facilitam muito a memorização.

  • INFORMAÇÕES

Onde buscar informações para criar meus mapas mentais?
  1. O mapa mental é uma excelente forma de reorganizar as informações sobre o assunto que você já possui. As primeiras informações estão em sua mente.
  2. Livros/Áudios/Vídeos/Aulas - Busque também informações novas em várias mídias.

Mas e quando você estamos em uma aula ao vivo e não conseguimos pausar seu professor?
Treine com áudios e vídeos disponíveis na internet. Quando conseguir extrair seu mapa mental de um vídeo, sem precisar pausar, você está preparado para fazer seu mapa mental de uma aula ao vivo, o que vai ajudar muito ao revisar o conteúdo aprendido no dia.
  1. Aprendizagem 3D - Você já assistiu algum filme em 3D no cinema? Sabe como ele funciona? O 3D nada mais é do que uma imagem em cima da outra, onde uma delas fica ligeiramente deslocada, dando a sensação de profundidade. Daí vem a analogia que faço. Quando juntamos duas fontes de informações, como por exemplo, ler um livro e ouvir o áudio book desse mesmo livro, conseguimos aprender com muito mais profundidade. Chamo essa forma de aprender de aprendizagem 3D




Faça o seu mapa!
Tente construir seu mapa mental e depois compartilhe com seus colegas.


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Pinturas trabalhadas por Ana Paula, professora de artes.


Dia 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra e aniversário da Morte de Zumbi dos Palmares.

Participamos nesta última sexta-feira  da caminhada pela conscientização contra o racismo, e ela representou um fragmento do trabalho intensamente desenvolvido por nossos professores de história e arte, em consonância com o sarau que abordou o mesmo tema. Mais uma vez pudemos observar que novos olhares, que inspiram novas práticas frutificam e consolidam conhecimentos. Parafraseando Martin Luther King, o que preocupa na sociedade não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons. Ótima aula de consciência humana. Parabéns equipe!

Kelly, vice-diretora


 

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL


Os alunos Saymon Faria, Ariana Barros e Letícia Zatt, do 6º período de Psicologia, Unifenas, estiveram aqui na escola, promovendo uma reflexão sobre o assunto.

Foram 4 encontros sobre orientação profissional, dinâmica e apresentação de vídeo motivacional.


A difícil escolha da profissão

Adolescentes de 16, 17 anos, prestes a fazer vestibular, encontram nessa pergunta uma dose ainda maior de tensão e responsabilidade. "Normalmente, o adolescente fica em dúvida sobre que profissão seguir porque gosta de muitas áreas e confunde hobby com interesse profissional", ressalta Gilvanise Vial, psicóloga que atua com orientação vocacional.

O adolescente está passando ainda por um período de autoconhecimento em várias áreas, aprendendo sobre o que gosta ou não gosta. "Nessa fase, ele precisa definir a sua identidade, ou seja, está estabelecendo quem ele quer ser ou quem não quer ser", observa a psicóloga Thalita Freire Maia.

Isso não significa, entretanto, que o jovem nessa faixa etária não está preparado para escolher sua profissão. "A escolha profissional não depende da idade, mas sim da maturidade de cada um", considera a psicóloga Milene Buschle Moura. "Com 16 anos, um adolescente pode estar pronto para escolher sua profissão, porém nem todos os adolescentes de 16 anos estão", exemplifica Milene. A capacidade de decisão é formada desde a infância quando a criança tem a oportunidade de escolher algumas coisas sem a ajuda dos pais, assim, quando chega na hora de decisões importantes sente-se mais seguro para encará-las.

Ter vários conhecimentos é fundamental para decidir. O primeiro é o conhecimento de si mesmo, de suas habilidades, gostos e, até mesmo, limitações. Para estas psicólogas, o jovem precisa ter consciência de quem ele é o que deseja para o futuro para, assim, achar profissões compatíveis com seus interesses. O segundo passo é conhecer muito bem as profissões: ler, conversar com quem está atuando no mercado de trabalho, acompanhar se possível a rotina de um desses profissionais e até avaliar a grade curricular da faculdade na área. "Com esse conhecimento, o jovem poderá avaliar com mais clareza e segurança o que realmente lhe interessa e que está de acordo com seu perfil", salientam.

Os pais também têm um papel importante para essa escolha. É fundamental que eles compartilhem suas experiências com a profissão, como foi a sua entrada no mercado de trabalho, as habilidades que identificam em seus filhos, mas sem impor a sua vontade. "O ideal é que eles ofereçam apoio nesse momento e possam ajudar os filhos a ter autonomia e maturidade para uma escolha consciente e segura", orienta Thalita. É importante frisar que não há nada de errado em seguir a carreira dos pais, contanto que o jovem realmente se interesse pela profissão.

Quem quer dinheiro

Muitos jovens ainda escolhem sua carreira pela quantidade de dinheiro que poderão ganhar no futuro e isso, é claro, é uma preocupação necessária para a sobrevivência. Entretanto, uma escolha profissional consciente não deve se basear apenas no fator financeiro, mas deve somar às características pessoais e o interesse em exercer uma profissão. "Se a pessoa escolhe uma profissão visando apenas o ganho financeiro tem que se responsabilizar por isso, sabendo que seu objetivo é o salário e não a satisfação profissional. Inclusive, precisa trabalhar com o mesmo envolvimento de quem escolheu a atividade por prazer", frisa Gilvanise.

A escolha profissional é, provavelmente, a primeira grande escolha da vida de um indivíduo e vai se refletir em oito horas diárias por cinco dias na semana, por isso, vale uma reflexão profunda.