segunda-feira, 28 de julho de 2014

Vale a pena MESMO ver de novo!

O Auto da Compadecida (filme)
Sinopse
Auto da Compadecida nasceu originalmente como uma peça teatral escrita por Ariano Suassuna em 1957. O enredo do filme se desenvolve com ambientação no sertão nordestino em torno de dois personagens principais: João Grilo (Matheus Nachtergale), um sertanejo mentiroso e Chicó (Selton Mello), o maior covarde da região. Ambos são muito pobres e sobrevivem de pequenos negócios e saques enquanto vagam pelo sertão. Em um desses golpes, eles se envolvem com Severino de Aracaju (Marco Nanini), um temido cangaceiro, que os persegue pela região. Com uma mistura de drama e comédia, o filme também aborda aspectos culturais e religiosos do nordeste do Brasil

Como está seu raciocínio lógico?


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"Um livro deve ser uma picareta para quebrar os mares congelados de nossa alma". Franz Kafka, escritor

quinta-feira, 24 de julho de 2014


Morre o escritor Ariano Suassuna


”Eu sou escritor. O escritor convencido, além de antipático, é um indecente. Acho que só se pode avaliar o valor de um escritor muito tempo depois da morte dele”.

Escritor de 87 anos teve uma parada cardíaca provocada pela hipertensão intracraniana.
Personagem ao mesmo tempo singular e polêmico: homem de um nacionalismo apaixonado e de uma aversão epidérmica a influências estrangeiras na cultura nacional.
Nascido em Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa, Ariano viveu no sertão da Paraíba antes de mudar-se com a família para o Rio de Janeiro, e de lá retornou após o assassinato do pai, motivado por questões políticas.
Sua obra mais conhecida O Auto da Compadecida tornou-se um dos espetáculos mais populares do teatro nacional. Foi adaptado para o cinema alcançando o grande público, obra posteriormente adaptada para a televisão.
Outras obras, não menos importantes, remontam a cultura nordestina em paralelo com sua produção ficcional: Uma mulher Vestida de Sol, Romance da Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai e Volta, História d’O Rei Degolado nas Caatingas do Sertão, entre outras.
Foi eleito em 1989 para a cadeira de nº 32 da Academia Brasileira de Letras.